Ano eleitoral e novamente o talento político e a oratória dos presidenciáveis e seus aliados são postos à prova, disputando cada voto como se fosse apenas àquele que faltasse para tomar Brasília.
Alguns assuntos são os mesmos, assim como também as respostas, perguntam: “E a saúde?” O célebre candidato: “Será prioridade no meu governo!” E Por ai vai… Este ano a tríade que disputa a presidência, terá uma nova resposta para dar: “Sr. ou Sra. O que você pensa sobre o homossexualismo?” Entra em cena o discurso pronto. Não podem se comprometer frente a uma massa tão libertina quanto carola, mas também não podem perder os votos dos milhares de gays, boa parte deles formadores de opinião. “Eu aceito sim, claro, (desde que fiquem em casa escondidos)”. Frase esta que reflete o posicionamento de massa do país do carnaval.
Os primeiros relatos de homossexualismo que se tem notícia datam o antigo testamento (não analisemos como livro religioso, mas como livro histórico) que segundo o livro, foi o responsável pela “chacina” de Sodoma. Não surtiu muito efeito...
O fato é que matando ou não, aceitando ou não, assumindo ou escondendo, amor e atração entre iguais sempre existiu, existe e existirá enquanto houver vida. Não existe explicação científica, religiosa ou social, o que sabe-se apenas é que amor, paixão e atração não se explica, seja ela por quem for. Quanto casais “pouco convencionais” conhecemos? Aquela menina bonita com o homem feio ou aquela senhora com um rapagão, entre tantas outras “esquisitices” ou seria uma quebra de paradigma?
Diante da realidade social, cultural e política do século XXI, a sociedade permanecerá fingindo que não vê ou irá enfrentar os seus fantasmas, assumindo seus cidadãos, homens e mulheres com característica, valores e anseios diferentes?
De uma coisa tenho certeza, que liberdade ainda é a maior riqueza conquistada através dos tempos, qual de nós, que nunca demos a vida por este causa (liberdade), tem autoridade para cerceá-la?
Abaixo a hipocrisia, viva a liberdade!
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