Um sonho silencioso, em plano inconsciente, mas que ao seu modo pede atenção, sem dizer por quê
Atrás dessa angústia, ímpar, insaciável, fui.
E ao deparar-me com tanta máscara e tipos feitos sem qualquer customização, mudei.
Aquela energia, de dimensão errada, mostrou sua face, mesmo que por trás daquela máscara amarela.
Como se cada passo até aquele momento, fossem por,
Por isso, esse, que se quer é possível designar.
Ora, como buscar por algo que não se sabe o que é?
Essa coisa cheia de luz, muda, me muda, me puxa, com um ímã.
Eis que, de tanto exaltar aos quatro ventos e cantos,
Do mudo, emanou a voz, ainda que tímida
O branco-amarelo, esse uníssono mudo barulhento,
Apresenta-se em verso, prosa, sons e letras.
Folhas amareladas, outras brancas e a estrada busca os pés
Mudo, de novo, para o que era, desde sempre.
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